quarta-feira, 25 de abril de 2012

WWW2013

Brasil sediará WWW2013, um dos principais eventos mundiais da internet




Virgilio Almeida, secretário de Política de Informática do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) e presidente do CGI (Comitê Gestor da Internet) recebeu, na última sexta-feira (20/04), a chave símbolo do WWW, conferência mundial da internet, que acontecerá no Brasil no ano que vem. O evento tem o objetivo de reunir as principais autoridades, cientistas e pesquisadores para discutir e debater a evolução da web, a padronização das tecnologias utilizadas na rede e o impacto dessas tecnologias na sociedade e na cultura.
O Rio de Janeiro foi a cidade escolhida para receber o evento, que acontece desde 1994. Esta será a primeira vez que o WWW chega ao hemisfério sul e à América Latina. Virgilio recebeu a chave símbolo no término da WWW2012, que ocorreu em Lyon, na França. Para mais informações, acesse o site da WWW, ou da WWW2013.
Veja também o vídeo oficial da conferência de 2013 em:


Francisco Trajano





segunda-feira, 23 de abril de 2012

Uma idéia genial


Sempre fui muito curioso e desde cedo comecei a observar as coisas e procurar respostas para as que mais me intrigavam. Com apenas sete anos de idade, comecei olhar a parte de cima das portas e imaginar como eram empilhados os tijolos naquele local da parede, sem que os mesmo caíssem. Meu pai trabalhava com construção e visitando uma obra com a mesma idade, descobrir que não era mágica, era feita uma viga de concreto, quando secava colocava sobre a passagem da porta e seguia empilhando tijolos em cima da viga. Quando vi aquilo pensei comigo mesmo – posso não saber, mas há resposta para tudo.

          Quando eu tinha dez anos, meu pai comprou um motorádio preto, modelo bem famoso, que foi a primeira evolução tecnológica em nossa residência. Nele, ouvíamos noticiário, músicas e acompanhávamos até jogos de futebol. Vi outro dia na casa de um vizinho um rádio parecido com o nosso, no entanto, tinha um fio conectado a uma tomada. Diferente do nosso, o rádio do vizinho era alimentado por energia elétrica. Daquele dia em diante, procurei conversar sobre eletricidade com meus colegas, mas esses tinham menos informação do que eu. Até que encontrei um adulto falando sobre o assunto em um acaso e parei para escutar. Em meio à conversa, escutei a nomenclatura de positivo e negativo quando ia se referia à fase e neutro. Quando cheguei em casa, resolvi analisar com mais calma meu rádio, já que eu só havia aberto para trocar as pilhas quando essas chegavam ao final de sua vida útil. Enquanto olhava o rádio aberto, percebi que na pilha tinha um sinal de positivo (+) de um lado e do outro o sinal de negativo ( - ). Juntando minhas aulas de matemática e o entendimento do que escutei do eletricista, comecei a ter uma ideia. Se na tomada elétrica tem positivo e negativo igual tem na pilha, porque usar pilha se eu posso alimentar meu rádio com eletricidade?
Tava resolvido, eu era um gênio. Descobri uma forma de economizar. Imagine quando eu colocasse o rádio para funcionar na energia e falasse a novidade em casa? Parti para a execução do meu projeto. Logo consegui um fio com um garfo que antes era usado em um ferro de passar. Removi as pilhas do rádio e nos locais de encaixe, enrolei as pontas do fio desencapadas. Ficaram bem separadas para não entrar em curto e tive o cuidado ainda com a estética e passei o fio por uma abertura trazeira que servia originalmente para entrada de ar no equipamento. Projeto concluído estava na hora de fazer o teste. Confesso que o teste me deixou apreensivo. Mas como o ápice de todo projeto é confirmar o funcionamento, lá vamos nós. Desenergisei a casa, desligando o único disjuntor que havia no medidor que ficava na sala. Fui com o resultado da minha astúcia para a cozinha e conectei em uma tomada o chicote adaptado. Pedi que meus irmão saírem da cozinha e depois que todos estavam na sala, rearmei o disjuntor... Após um estouro que mais parecia bombinha de São João, olhando para o hall que na minha época chamava de “corredor”, deu pra ver a fumaça que vinha da cozinha.
Resultado, ficamos alguns dias sem nosso mais moderno meio de comunicação até que um herói que realmente entendia de eletrônica e eletricidade conseguiu não sei como, coloca-lo para funcionar novamente. Quanto ao gênio aqui, fez apenas jus aos ditos da história, também tinha um pouco de louco que foi o que ficou em evidência dessa vez.
Francisco Trajano

terça-feira, 17 de abril de 2012

Quando fui músico

            Na busca por alguma coisa para ocupar o tempo e também por algum retorno financeiro, me matriculei na banda de música municipal, nos estudos para formação de uma nova turma. Por não ter uma boa coordenação motora necessária para ficar na bateria, onde inicialmente queria, acabei desistindo depois da primeira aula e partindo para novas tentativas. Devido ao tipo físico franzino e uma estrutura corporal que não contribuía muito, não podia pegar em instrumento de sopro que exigisse muito. Os pratos, já tinham dono e nem sei se eu podia com eles, eu pesava uns quarenta e cinco quilos aos dezesseis anos, só faltava ser levado pelo vento. Depois de passar por vários testes, faltava alguém para a trompa e apesar de ser um instrumento de sopro, exigia menos que os outros, então, me habilitei.
          Coitados dos vizinhos que tinham que ouvir milhares de vezes a escala sendo feita nota a nota compassadamente. O maestro Manoel Gregório, gastou boa parte do seu estoque de paciência comigo. Alexandre, filho do maestro também deu suas contribuições na tentativa de me transformar num músico. Quando Bosco do sax assumiu o comando da banda, deu mais algumas lições e achou melhor que eu começasse a sair na rua com a banda em aparições nas principais datas festivas da cidade. A banda 22 de dezembro era literalmente uma família. No trompete, meu tio José. Na clarineta, minha tia Marluce. No sax tenor, Galdino, o esposo de minha tia e nos pratos, Francimar um primo terceiro como assim considerávamos lá.
            Nas datas festivas, lá estava eu às quatro e meia da manha nas principais  ruas da cidade, participando da execução daqueles famosos dobrados. A cidade toda, aos poucos ia acordando. Abriam suas janelas e alguns mais animados saiam nas ruas acompanhando a banda. Pense numa felicidade a minha! Naquelas manhas frias, ao som dos estouros de foguetões e tocando o famosíssimo “Capitão Caçula”, o dobrado carro chefe da banda, e como sempre abríamos a alvorada festiva com ele. Quando lembrava a partitura, tocava. Quando não, seguia “tocando de ouvido”. E assim, nas datas alusivas a pátria, nas festas religiosas e no dia da cidade, lá estava eu, na alvorada às cinco da manhã. As sete, o hasteamento das bandeiras municipal, estadual e federal, acompanhado dos seus respectivos hinos. Hoje vejo como interessante ter feito parte dessa fatia importante da história da cidade de Nazarezinho, que foi a Banda de Música 22 de dezembro, mas na época, não pensava assim. O que ainda me fazia continuar, era o salário de 30 reais que algumas vezes eu tirava 2 reais para mim e entregava o resto para ajudar nas despesas de casa.
Hoje, quando escuto uma banda tocando dobrado, lembro com muita saudade daquele tempo que, mesmo sem achar muita graça está ali, fiz parte daquele momento. Dos dobrados, alguns de composição do maestro, outros de destaque nacional, lembros de títulos como o já citado Capitão Caçula, 2 corações e IV Centenário. Posso não consigir separa-los direito pelos títulos, mas quando escuto algo parecido, me vejo com 16 anos novamente nas ruas de Nazarezinho.

domingo, 15 de abril de 2012

Música de Verdade


Francisco Buarque de Hollanda, Chico Buarque. Escritor, compositor e cantor. Vencedor do Festival de Música Popular Brasileira de 1966 com a canção "A Banda". Autoexilou-se na Itália em 1969, devido à crescente repressão da ditadura militar, tornando-se, ao retornar, em 1970, um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização no país. Na carreira literária, foi vencedor de três Prêmios Jabuti: o de melhor romance em 1992 com Estorvo e o de Livro do Ano, tanto pelo livro Budapeste, lançado em 2004, como por Leite Deramado, em 2010. Um dos maiores talentos do Brasil. Dentre suas inúmeras composições, destaco aqui a belíssima música "Construção" que em sua organização métrica, tem os versos das estrofes principais todos terminados em proparoxítonas.

Construção

Chico Buarque

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado
Por esse pão pra comer, por esse chão prá dormir
A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir
Por me deixar respirar, por me deixar existir,
Deus lhe pague
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça e a desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair,
Deus lhe pague
Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir
E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir,
Deus lhe pague

É lamentável ouvi da geração de hoje, que repete refrões extremamente probres, que não conhecem nada de Chico Buarque, Elis Regina, Jair Rodrigues e tantos outros grandes nomes da Música Brasileira.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Problemas com cartões SD e como resolvê-los

5 problemas "comuns" com cartões SD e como resolvê-los

É cada vez mais comum a utilização de cartões de memória SD e microSD para expandir a capacidade de armazenamento de algum dispositivo. Isso acontece porque smartphones, celulares convencionais, tablets, reprodutores multimídias e inclusive PCs (desktops e laptops) têm suporte para os cartões.
Entretanto, como quase tudo no mundo da tecnologia, é provável que cedo ou tarde você encontre algum problema. Salvo casos mais específicos, as complicações com cartões SD costumam ser sempre semelhantes, então, o Tecmundo levantou uma lista com cinco delas — e também as suas soluções.
Adaptador
Normalmente, desktops e laptops suportam apenas cartões do tamanho “normal”, portanto, para espetar seu microSD neles é preciso de um adaptador. Quando você insere o cartão no PC e ele não é reconhecido, é provável que o problema esteja no adaptador.
Cartão microSD e adaptador. (Fonte da imagem: Divulgação/Kingston)
Além de problemas físicos, há ainda a questão de formato: cada tipo de cartão funciona com um determinado tipo de adaptador. Essa peça normalmente acompanha o microSD quando você o adquire, porém, caso seja necessário adquirir um novo dispositivo, fique atento para a compatibilidade dos formatos.
Uma opção mais completa é o adaptador estilo pendrive. Ele tem até mesmo o formato igual ao de um dispositivo de armazenamento USB, e basta você espetar o cartão nele para usá-lo normalmente, inserindo-o em uma porta compatível do computador ou dispositivo portátil.
Formatação do cartão
Alguns dispositivos formatam o cartão de memória quando este é inserido. Como existem vários tipos de formatação, é provável que você não consiga ler o cartão de memória em outro equipamento. Por exemplo, o microSD formatado no celular pode não funcionar corretamente no computador.
Dos problemas mais comuns, este talvez seja o menos provável, visto que atualmente os sistemas operacionais estão aptos a trabalhar com diversos formatos de arquivo sem muitos problemas. Entretanto, se encontrar dificuldades, uma formatação simples para o formato desejado deve resolver. Uma opção simples e eficiente para este tipo de procedimento é o Hard Drive Eraser.
Dispositivo de proteção
Outro problema comum é a trava de proteção contra gravação de dados existentes nos cartões de memória. Tal qual as que existiam em disquetes (alguém ainda se lembra deles?), quando acionado, este dispositivo de segurança impede qualquer tipo de modificação no conteúdo do cartão. Se você está com algum problema assim, verifique a trava do seu SD.

Dispositivo de proteção impede que conteúdo do cartão seja alterado. (Fonte da imagem: Divulgação/Kingston)
Software de segurança
Alguns cartões de memória, assim como dispositivos USB, trazem consigo sistemas próprios de proteção contra acesso indevido. Como estes softwares são protegidos com senha, às vezes você fica impossibilitado inclusive de remover todo o conteúdo ali existente para reutilizar o cartão.
A solução aqui seria a destruição completa de todos os dados, o que também pode ser feito com o Hard Drive Eraser. Além de simplesmente formatar uma unidade de disco (rígido ou memória flash), este aplicativo possui ferramentas para destruir dados completamente.
Aqui, vale fazer um adendo. Alguns dispositivos da Nokia adicionam um sistema de segurança próprio ao cartão de memória, sem seu conhecimento. Se isso ocorrer, você pode abrir a pasta “MMC store”, copiar seu conteúdo para o PC e abri-lo com o Bloco de notas. Lá, você encontrará a senha para desbloquear o microSD. Há ainda a possibilidade de formatação completa, tal qual a indicada no parágrafo anterior.
Ícone do cartão não é exibido
A última ocorrência da nossa lista diz respeito mais ao hardware do que ao cartão em si. Se você espetou o SD no computador, mas o ícone dele não aparece disponível, é provável que o problema seja consumo excessivo de memória virtual. O remédio, aqui, é encerrar todos os aplicativos dispensáveis e deixar o PC ocioso um pouco.
Outras dicas são reiniciar a máquina ou então usar um aplicativo para otimizar o uso da memória RAM, como RAMBooster, Rizone Memory Booster ou Memory Optimizer Pro.

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 10 de abril de 2012

Saudosismo meu x Modernismo delas


Retomando aos meus oito anos, idade que tem Sarah (minha filha mais velha), faço um paralelo daqueles dias com o que ela vive hoje. Em pouco tempo, afinal não estou tão velho assim (rs), as diferenças são muitas e consigo ver o quanto as coisas melhoraram. Se não fugisse do padrão de comportamento exigido durante o dia, eu tinha como recompensa a liberdade de curtir um momento de lazer: assistir a novela das sete na casa de um vizinho de melhores poses que tinha um daqueles aparelhos de TV enorme, em preto e branco, que mais parecia um baú de madeira. TV colorida era coisa muito rara ainda. Isabelle, minha filha de quatro anos, fica tentando imaginar se realmente houve uma época em que se via tudo em preto e branco nas TV’s. Elas não fazem a menor ideia do que era sair de casa rezando pra TV do vizinho está no canal que passava a novela. E olhe que as opções de canais disponíveis eram apenas duas e se já tinha inventado a parabólica, não tinha chegado por lá ainda. Estou falando de Nazarezinho em 1987.
Quando não ia ver TV na casa de algum vizinho, a única opção era um motorádio, que pelo nome assim, muitos nem sabe o que é. Modelo de rádio muito conhecido daquela época e que sintonizava apenas a frequência AM. Como era a pilha, tinha limitações no uso, já que não podíamos comprar sempre uma recarga. Eu escutava música, jornal e o futebol, na rádio Difusoura de Cajazeiras, que funcionava como a rede globo do sertão (assim ouvi de um locutor falar, posteriormente quando um dia visitei a rádio). Hoje quando estou vendo um telejornal na sala e minha esposa está assistindo um filme no quarto do casal, Sarah e Isabelle de pose de um controle remoto, estão escolhendo a programação deitadas na cama em seu quarto.
Durante o dia, se não tivesse ajudando em tarefas domésticas, tava lendo alguma coisa ou estudando, já que ficar de bobeira na rua era “coisa de vagabundo”. Se tivesse um trabalho da escola, ia até a biblioteca municipal fazer pesquisas em livros, dicionários, etc. Sarah já conhece o Google, joguinhos on-line e já fica impaciente quando uma página da web demora mais de quinze segundos para carregar. Isabelle já exercita as vogais e consoantes no teclado de meu notebook, dizendo que acha bem melhor do que em folhas de papel. Elas também já acham meu note ultrapassado e falam daqueles “negocinhos legais” que bastam puxar a imagem com o dedo (tela touch screen) que veem nos tablets. Preciso me atualizar.
Elas ficam abismadas e acham um absurdo quando falo que dormia as 20:30, acordava as 05:30, e juram ser mentira que na idade delas eu não sabia o que era iogurte, achocolatado e tantas outras guloseimas dos dias de hoje. Que rapadura era a sobremesa mais usada e que carne, nem sempre estava presente na mesa nas refeições.
Quando completei 13 anos, passei pela magia de ouvir pela primeira vez, a voz de alguém tão distante através de um telefone fixo no posto telefônico que atendia toda a cidade. Foi algo indescritível para mim. Já Sarah, quando quer falar com sua avó paterna em Nazarezinho, ou mesmo com a avó materna do outro lado da rua, usa seu próprio celular. Vez por outra ainda chega pra mim com a seguinte cobrança: Coloque créditos no meu telefone que não posso ficar sem ter como ligar. Eu mereço isso.. rs. Ô mundo pra dar voltas, ô vida boa.
Francisco Trajano

segunda-feira, 9 de abril de 2012

BOM DIA

Bom dia a todos. Hoje, 10-04-2012, estou dando início ao TRAJANIANDO. Um espaço para  exposição de idéias, comentários e opiniões sobre assuntos diversos.

"Não existem idéias prematuras, existem momentos oportunos pelos quais é preciso saber esperar." (Jean Monnet)

"Empreguemos apenas a razão para combater opiniões, pois ninguém mata idéias a tiro." (Antoine Rivarol)